quarta-feira, 8 de outubro de 2014

O Ódio e as Forças Ocultas no Controle Emocional da Humanidade - Uma Explicação para o Brasil de Hoje



Amigos:

O que esse artigo - “Tijolaço: A sub-nobreza brasileira está histérica” - verifica é que há ódio, ódio, ódio... sem nenhum motivo, pois que a classe que odeia esta numa boa sem ser prejudicada pelos odiados em nada. 


E então o artigo pergunta “porque?”. 

Mas na verdade além do esboço de uma explicação causal incipiente, convencional, não encontra resposta convincente.

E sabe porque não encontra resposta? Porque a resposta está além das análises convencionais que estamos acostumados a recorrer quer nas ciências sociais quer na psicologia e quer mesmo no senso comum, pois a resposta TRANSCENDE a todas essas análises e referências. 
  
O que tenho feito no meu blog desde 2008 é seguir o fluxo mundial do desenrolar do que chamei lá no início, na palestra Atualidade do Cristianismo Gnóstico, de Limites e que agora, com as nossas eleições, também se nos apresenta localmente. E assim vou seguindo o traço e a intensidade dessa força-caos-ódio eônica que é tal como o ódio de um cão raivoso, sem nenhum propósito e sentido, pois que vem totalmente de um cérebro infectado mortalmente.

E desse modo também esses seres humanos manifestadores no mundo atual dessa força-caos-ódio foram infectados só que por algo muito mais sutil e contagiante que um vírus (na verdade, alguns desses mortais vírus atuais são uma das consequências desta força.)

Quando vou seguindo os comentários e postagens em minha conta na linha de tempo do facebook verifico desconcertado, numa crescente exponencial, a que ponto chegou a completa disfunção desse ódio desagregador, alienado, amoral, super egoísta e completamente anti-humano, anti-vida, anti-planeta e anti-cosmos. E mais ainda, sabendo que isso é realmente apenas o “começo das dores”.

A figura abaixo retrata essa situação e a considero a resposta na sua maior profundidade sobre as causas do ambiente de deterioração explícita, política e social que ora vivemos.

Lembre-se de que na quinta 11 de julho de 2013, de um dia para o outro, aparentemente sob uma convocação para protestar sobre um aumento de passagem, as ruas se encheram com uma multidão colossal e isso foi completamente desproporcional e não pode ser explicado por essa convocação. 

Até hoje em dia com a maciça manipulação da mídia, com aumentos muito maiores que o das passagens, com as divulgações das descaradas impunidades dos políticos, dos juízes e promotores não se logrou nem um dedo daquela manifestação. 

Certamente logo depois de alguns poucos dias dessa catarse inexplicável os abutres da imprensa da política e das ruas tentaram, num simulacro, absorver e se apropriar da “magia” do dia 11, mas logo a foram descaracterizando e esvaziando. O que se verifica no gráfico abaixo é que também nesse “pulso” instantâneo a popularidade da presidente Dilma, sem que nenhum fato ou campanha contra acontecesse que a justificasse, caiu vertiginosamente, depois subiu um pouco e daí até as eleições oscilou nesse novo e bem menor patamar.

Não há justificativa racional para esses eventos de julho de 2013. Mas se você pensar em termos das orquestradas e abrangentes consequências que foram se avolumando e que hoje chegam às vias de fato integrando inclusive a culminância de nossa deterioração interna ao projeto em andamento de deterioração global verá claramente da onde veio o raio astral (intencionado e inteligente) que provocou-nos julho de 2013. 

Cena do filme "Um método perigoso" de CronembergClique aqui para ver a entrevista com o psiquiatra Carlos Byington sobre Freud e Yung http://pauloaza.blogspot.com.br/2015/09/freud-x-yung.html
Posted by Paulo De Azambuja Rodrigues on Sexta, 18 de setembro de 2015


Sei que o que coloquei neste post ainda não é bem compreendido e soa meio estranho e "conspiratório". Mas a cada dia a própria exacerbação e explicitação sem véus na atitude e manifestação de uns vai mostrando aos outros - aos que tem olhos e ouvidos para perceber - o que exatamente está acontecendo.”



(Veja o que postei neste blog em maio de 2013: “O Jugo dos Eões - Uma Entrevista de David Ike”)

Paulo Azambuja

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