quarta-feira, 26 de agosto de 2015

Está Na Hora de Avisar aos Goym

Amigos:

Essa postagem é uma nova versão atualizada de uma postagem que coloquei aqui em agosto de 20014 e teve 600 visualizações.
Os comentários sobre a primeira versão estão colocados no fim deste texto.

Aqui coloco tão somente FATOS expostos em  documentos, textos e pronunciamento de JUDEUS.







Leia em http://www.dailystormer.com/netanyahu-promises-to-make-the-talmud-a-reality-in-israel/

3 - Livro de um Rabino Permitindo a Matança de Crianças Goy se Torna Best Seller 

Jerusalém - Um rabino judeu lançou um livro dando aos judeus permissão para matar não-judeus, incluindo bebês e crianças, que possam representar uma ameaça real ou potencial para os judeus ou Israel. "É permitido matar os justos entre os não-judeus, mesmo que eles não sejam responsáveis ​​pela situação de risco", o rabino Yitzhak Shapiro, que lidera a Yeshiva Od Yosef Chai no assentamento Yitzhar, na Cisjordânia ocupada, escreveu em seu livro " Torá do Rei ".

Ele argumenta que os goyem (um epíteto depreciativo para os não-judeus) podem ser mortos se eles ameaçarem Israel.

"Se matarmos um gentio que pecou ou violou um dos sete mandamentos - porque nos preocupamos com os mandamentos - não há nada de errado com o assassinato."

Não-humanos

O edital controverso é apoiado por numerosos rabinos afiliadas com o chamado campo nacional-religioso, bem como o seminário talmúdico em Jerusalém Ocidental, conhecido como Merkaz Ha'rav.

Entre os rabinos que apoiaram publicamente o edital estão Yitzhak Ginsburg e Yaakov Yosef.

Ginsburg tinha escrito um folheto glorificando o assassino Goldstein e chamou-o de "figura santa."

Pontos de vista de Shapiro sobre como os palestinos e não-judeus, em geral, devem ser tratados de acordo com a lei religiosa judaica (halachá) são amplamente vistos como representando o mainstream não a exceção em Israel.

Durante a ofensiva israelense contra Gaza no início deste ano, Mordecahi Elyahu, uma das principais figuras rabínicas em Israel, pediu o exército não se abster de matar crianças inimigas, a fim de salvar a vida de soldados israelenses.

Ele até pediu ao governo israelense para levar a cabo uma série de bombardeios aos centros populacionais palestinos em Gaza.

"Se eles não pararem depois de matarmos 100, então temos de matar mil. E se eles não pararem depois que matarmos mil, então devemos matar 10.000. Se eles ainda não pararem, teremos de matar 100.000, até um milhão. O que for preciso para detê-los."

De acordo com Israel Shahak, autor de "História Judaica, Religião Judaica: o peso de três mil anos", o termo "seres humanos" na lei judaica refere-se apenas aos judeus.

Muitos rabinos ortodoxos judeus, especialmente no setor nacional-religioso, visualizam as convenções internacionais incriminatórias à matança deliberada de civis e destruição de casas e bens civis como representando "moral cristã" não vinculada aos judeus.

Em 2006, o Conselho Rabínico de assentamentos judaicos na Cisjordânia pediu ao exército "para ignorar a moral cristã e exterminar o inimigo no norte (Líbano) e no sul (Faixa de Gaza).

Tais decretos manifestadamente racistas e odiosos não levantam muitas sobrancelhas em Israel, nem entre entre os intelectuais, nem na sociedade em geral.

4 - Ben Gurion Ex Primeiro Ministro de Israel 

Uma das coisas que os assassinos sionistas alegam é que estão apenas respondendo às violências dos terroristas. 
Mesmo que fosse isso, a desproporção da resposta já atestaria a flagrante imoralidade e vilania de Israel. 
Mas pior que nem é isso! Esse texto mostra, irrefutavelmente, que muito antes de qualquer eventual 
ato terrorista o esquema de dominação já estava todo planejado.


5 - Ayelet é hoje Ministra do Governo Israelense


     5- "Com Amor de Israel" Mensagens de meninas de Israel escritas nos mísseis a serem lançados no Líbano e suas consequências

 Mensagens de meninas de Israel escritas nos mísseis a serem usados no Líbano
Mentira encenada por algum anti semita! ou -É isso mesmo, são animais! ou -Não quero nem saber!  
6 - Glyn Secker - "Judeus pela justiça para os Palestinos"



7 - Omer Goldman - Filha de um ex chefe da Mossad



  8 -Isral Shahak Historiador Judeu israelense


9 - Mk Wilf - Judia e ex legisladora israelense 


10 - CARTA DE EINSTEIN AOS SIONISTAS


Existe a qualidade do cérebro e a qualidade da alma.
É muito bom ver exemplos (raros) da excelência dos dois.

11 -  Carta Aberta dos Judeus Sobreviventes do Holocausto

http://www.noticiasonline.eu/carta-aberta-dos-judeus-sobreviventes
-holocausto-aos-governos-de-israel-e-dos-estados-unidos/

12 - Amy Goodman Ex- ministra de Israel sobre os "dissidentes"



13 - Nurit Peled - Elhanan Professora de lingua e educação na Universidade Hebraica de Jerusalém
"Os palestinos nos livros escolares de Israel (Como se faz a desumanização de um povo)"



14 - Gerald Kaufman um judeu-britânico veterano membro do parlamento, compara a ofensiva israelense em Gaza aos nazistas que forçaram sua família a fugir da Polônia.





15 - Norman Finkelstein, com a autoridade psíquica e moral de um único (e valoroso) judeu remanescente de uma família que teve todos os seus ascendentes maternos e paternos exterminados no holocausto fala sobre o conflito EUA-Israel versus Palestinos




16 - Shlomo Sand - Professor de história na Universidade de Tel Aviv e autor do polêmico livro"A Invenção do Povo Judeu"





17 - Benjamin Freedman Judeu expõe o envolvimento dos sionistas nas 3 Guerras Mundiais


Veja o Clip - clique aqui 



Veja também (em inglês) o documentário: 



Veja o Clip - clique aqui




Palestina dos Palestinos - Filhos irmanados de Abraão em Paz e Respeito  antes da ocupação Sionista
 Esses foram os comentários recebidos pela primeira versão dessa postagem 


terça-feira, 25 de agosto de 2015

'Nós Hipotecamos o Futuro', Entrevista com o sociólogo Zygmunt Bauman


Amigos:


Sociólogo Zygmunt Bauman
Eis o vídeo seguido de alguns comentários: 




Veja aos 14:20 minutos do vídeo quando ele diz que imprimir mais dinheiro não seria alternativa por gerar inflação.

Essa entrevista foi em 2011 quando a grande “mágica” de dar créditos aos bancos à partir de nenhuma produção real, mas simplesmente apropriando-lhes valores digitais à partir do NADA, salvando-os constantemente da falência e assim aumentando exponencialmente o débito nacional e mundial, mas também aplicando mecanismos repressores da inflação, como os rendimentos negativos das aplicações, foi arquitetada pelos economistas americanos e implantada pelo Central Bank.

Essa gambiarra ultra tecnológica e sofisticada foi chamada de “QE” – “Quantitative Easing” que é algo tal como se faz  com aqueles doentes irrecuperáveis do CTI permitindo-lhes ir vivendo na medida em que  a cada nova parada cardíaca ministra-se-lhes a recuperação sofisticada que os aparelhos médicos  permitem e assim o doente volta a viver até a próxima parada e assim sucessivamente. Só que a cada novo reviver mais tempo fica usando o CTI levando assim mais celeremente sua família à falência
 
É por isso que os esperados estouros das bolhas considerados iminentes em 2011 se seguraram e a bolha conseguiu crescer exponencialmente até hoje (2015) sem estourar, mesmo que às custas da deterioração crescente, mas controlada, de todo o organismo social.

E é aí que, nessa contramão, entrou a muito bem sucedida política econômica de inclusão do governo brasileiro permitindo que até hoje, ao contrário da Europa e do próprio EUA, tivéssemos um crescimento e inclusão social.

Mas se o mundo se desestabilizar como uma fileira de dominós, o que é inevitável e parece já estar acontecendo, em algum momento breve o Brasil vai também sofrer como um componente dessa fileira, desse mercado mundial. 

Por  isso entendo perfeitamente a política de contenção do governo Dilma com o Levy e espero que o necessário rigor técnico com a nossa gerência da economia (vai doer!) seja social e politicamente dirigido pela visão política e social  de inclusão que vem norteando nosso governo nesses 15 anos.

Se entrasse um outro dirigente com uma política do tipo europeia, certamente esse não seria responsável pela crise econômica, mas passaria a gerenciar o Brasil como já se faz na Europa (veja a Grécia, a Espanha e Portugal) com grande marginalização, concentração de renda e exclusão.

Mais para o fim do vídeo ele fala no caos e confusão que gerou o interregno entre a morte do primeiro imperador romano Rômulo e sua sucessão e termina dizendo que estamos num desses interregnos e portanto nada se pode prever como solução.

Minha observação aqui é que esse nosso atual interregno vai muito além de simplesmente uma mudança local e específica de uma cultura em particular. 

Encerra todo um ciclo milenar de nossa civilização e se abre para...

No livro "Atualidade do Cristianismo Gnóstico" (Baixe-o a partir da coluna à direita do Blog) dizemos: 

“Estamos numa crise de limite de consciência. Nossa crise é uma crise de consciência! Tudo o mais são os sintomas dessa crise” 

Paulo Azambuja