sexta-feira, 2 de agosto de 2013

"Não sou teu Mestre"

Amigos:


Nesse artigo abordaremos um tema que é central nesse blog qual seja o do Cristianismo do Princípio enquanto Relig-ião e a sua atualidade como fundamento para essa nova era aquariana que se esta desenvolvendo. 


Para tanto vamos tomar como referência a recente visita do Papa Francisco que certamente nos surpreendeu muito favoravelmente com sua postura sacerdotal, íntegra e direta e do qual destacaremos algumas afirmações fundamentais nas quais percebemos uma potencialidade revolucionária que vamos então destacar. 

Primeiro, acredito que para que se possa acompanhar apropriadamente o que vamos abordar, é necessário que sejam lidos os recentes artigos aqui publicados: 


Comecemos destacando do livro Atualidade do Cristianismo Gnóstico que também pode ser visto no Clip: Atualidade do Cristianismo Gnóstico - Introdução 3 o seguinte texto:

“No cristianismo, suas vertentes gnóstico-esotéricas e seus ramos ortodoxos coexistiram nos três primeiros séculos. Essa situação está muito bem desenvolvida no livro da historiadora americana Elaine Pagels (Os Evangelhos Gnósticos). Havia litígios, mas esses permaneciam mais em um nível ideológico de disputa.

Um grande momento dessa coexistência foi o da candidatura a bispo de Roma, no século II, do eminente gnóstico alexandrino Valentino. Valentino entendia que a manifestação exterior da Igreja que estava se instituindo deveria contemplar o aspecto gnóstico, na sua essência, e o aspecto ortodoxo, na sua generalidade (como séculos mais tarde aconteceu com a civilização cátara). E é isto que deve mesmo ser, pois assim se contempla e abarca necessidades de níveis distintos de consciência.

Após a derrota de Valentino, a ortodoxia vitoriosa promoveu um afastamento litigioso do gnosticismo, mas que ainda ficou a um nível de incompatibilidade ideológica. E ficou assim até que a ortodoxia ganhou o poder imperial com a conversão ao cristianismo de Constantino, imperador romano, no sec. IV. A partir de então o que era uma mera divergência, mesmo que acalorada, acabou se transformando numa perseguição cada vez mais sectária e violenta. 

Pierre Authier no sec. XIV pertenceu ao grupo cátaro que remanesceu após o massacre da nação cátara no sec. XI e que também, evidentemente, terminou queimado pela inquisição. Pierre Authier disse: "Há duas Igrejas, uma foge e redime, a outra possui e suga."

Segundo o Evangelho Gnóstico de Tomé, um dos mais significativos achados de Nag Hammadi, lemos no dito 10: "Eu [Jesus] lancei fogo sobre a Terra e eis que vigio até que arda."

Desse modo podemos considerar que esses primeiros dois mil anos de cristianismo foram o de um lançar de fogo sobre a Terra e agora temos que reconhecer que esse fogo está ardendo.

E é esse ardor que esperamos seja o fundamento de um novo paradigma moral, para uma próxima civilização muito mais harmônica, como foi a civilização Cátara. Paulo Azambuja”

Constantino era o Imperador Romano e isso por direito divino como eram sem contestação os imperadores absolutos da antiguidade. 

Devemos ter em conta o significado, para os cristãos, de terem um imperador cristão após três séculos de perseguição. Os símbolos imperiais passam a ser cristãos, as moedas trazem imagens cristãs, a cruz torna-se o grande símbolo do Império.

Os cargos mais altos do governo são confiados somente a cristãos. Os bispos são os principais conselheiros e se desenvolve uma cultura cristã.

A Igreja, livre para a sua missão, se expande pelo Império, multiplica as dioceses, constrói ricas e belas igrejas, embeleza o culto cristão, que também sai empobrecido pela multiplicação de cerimônias e ornamentos como imitação da corte imperial.

Desenvolve-se também uma teologia da pessoa do imperador: assim como Cristo venceu os demônios, o imperador vence os inimigos da verdade; Cristo introduz os homens no reino do Pai e o imperador os introduz na Igreja.

O imperador é o vigário de Deus, Pai na terra, do mesmo modo que Cristo o é no paraíso. Numa palavra, o imperador faz parte do plano de salvação e é instrumento de salvação!

Constantino transfere para o âmbito cristão a ideologia imperial pagã: o imperador pagão “divino” agora passa a ser um representante divino na terra. 

Assim também o culto devocional de Constantino ao Sol Invictus do Mitraísmo determinou o Domingo (Sun day) como o sétimo dia sagrado bem como as influências dos solstícios no calendário litúrgico da igreja destacando-se a escolha do solstício de inverno (25 de dezembro, no calendário atual) como sendo o dia do nascimento de Jesus. 

Pois bem, e isso foi incorporado como fundamento da recém fundada Igreja Romana que nos seus primeiros séculos foi gerida de forma absoluta e incontestável não pelo bispo de Roma ou pelo bispo de Constantinopla mas sim pelo imperador romano. E assim essa igreja surgiu institucionalmente única, universal, católica não por intenção de Jesus ou de Pedro mas tão somente pela força armada do poder “universal” do seu chefe absoluto, o imperador romano. 

Vamos ver agora um texto de Leonardo Boff que definitivamente isso caracteriza: 

“A crise da Igreja como instituição hierárquica tem suas raízes na concentração absoluta de poder na pessoa do Papa, o poder exercido de modo absolutista, longe de qualquer participação dos cristãos e uma fonte de obstáculos praticamente intransponíveis para o diálogo ecumênico com outras igrejas.

No começo não era assim. A igreja era uma comunidade de irmãos. 

Nos primórdios da Igreja Romana, Constantino o imperador romano foi o seu Sumo Pontífice, e não o bispo de Roma ou o de Constantinopla, as duas capitais do império. E assim foi o Imperador Constantino que convocou o primeiro concílio ecumênico em Nicéia (325), para decidir, sobre sua soberana influência, a questão da divindade de Cristo.

E mais uma vez, no século VI foi o imperador Justiniano, que integrou o Oriente e o Ocidente, as duas partes do império, reivindicando para si a primazia da lei e não ao bispo de Roma. No entanto, devido ao fato de que Roma sediava os túmulos de Pedro e Paulo, a Igreja Romana gozava de prestígio especial, com o seu bispo, antes dos outros, exercendo o "serviço de Pedro" para confirmar os seus irmãos na fé, mas não a primazia de Pedro no comando.

Tudo muda com o Papa Leão I (440-461), jurista e estadista. Ele copia a forma romana de poder que se expressa no absolutismo e autoritarismo do imperador e começa a interpretar, em termos estritamente legais, os três textos do Novo Testamento que se referem ao primado de Pedro: Pedro como a rocha sobre a qual iria construir a Igreja (Mt 16,8) Pedro, que confortou os seus irmãos na fé (cf. Lc 22,32), e Pedro como pastor que tem que cuidar das ovelhas (João 21,15).

O sentido bíblico passa então a tomar a direção oposta ao seu sentido original que era o da sucessão do primado de Pedro pelo serviço, pelo amor e pela renúncia de toda a honra. Agora, a interpretação dos textos passa a ser assumida à luz do direito romano absolutista. E foi assim que Leão I levou o título do Papa como o Sumo Pontífice num sentido que persiste até hoje.

Posteriormente os outros papas começaram a usar a insígnia imperial, a roupa roxa, armas, trono de ouro, estolas pastorais, pálio e mozeta, assim como proliferou a criação de edifícios de tribunais, roupas pomposas, palácios luxuosos para os cardeais e bispos. E isso escandalizou muitos cristãos que leem nos evangelhos que Jesus era um pobre trabalhador sem frescura. 

Então, acaba ficando claro que os líderes estão mais perto do palácio de Herodes, do que do berço de Belém.

Mas há um fenômeno que achamos mais difícil de entender: no afã de legitimar esse processamento para garantir o poder absoluto do Papa, eles produzem documentos falsos, tais como:

A elaboração de uma suposta carta do Papa Clemente (+ 96), o sucessor de Pedro, em Roma, dirigida a Tiago, irmão do Senhor, o grande pastor de Jerusalém, no qual ele diz que Pedro, antes de morrer, havia decidido que ele, Clemente, faria o seu único sucessor legítimo e que isso se estenderia aos outros que viriam depois.

Uma falsificação ainda maior foi a “Doação de Constantino”, um documento fabricado na época de Leão I, que afirma que Constantinopla foi dada como um presente para o Papa de Roma durante o Império Romano.

Mais tarde, em disputas com os reis francos, foi criado outro grande falso decreto: a “Falsificação de Isidoro”.

Tudo isso se juntou a outros documentos e cartas forjadas, vindos desde os primeiros séculos, para reforçar e legitimar a primazia jurídica do Papa de Roma.

Tudo culmina com o Código de Graziano (XIII), que é considerada a base da lei canônica, mas que foi baseado em falsificações e regras que fortaleceram o poder central de Roma além dos cânones verdadeiros que circulavam nas igrejas.

Obviamente tudo isso foi posteriormente desmascarado, mas sem resultar em qualquer modificação no absolutismo dos Papas. 

Isso é lamentável, mas um cristão adulto precisa conhecer as armadilhas e as elaborações usadas ​​para articular um poder que se choca com os ideais de Jesus e o encanto da mensagem cristã.

Como resultado, há um crescimento no poder dos Papas. Gregório VII (+ 1085) em seu “Papae Dictatus” (ditadura do Papa) declarou-se o Senhor absoluto da Igreja e do mundo; Inocêncio III (+ 1216) é anunciado como o vigário e representante de Cristo, e finalmente Inocêncio IV (+ 1.254) coloca-se como representante de Deus e sob Pio IX, em 1.870, o Papa é declarado infalível em matéria de doutrina e moral.

Curiosamente, todos estes excessos nunca foram recolhidos ou corrigidos pela hierarquia da Igreja, porque isso lhes traz benefícios. Continuam a aplica-los como uma pedra de tropeço para aqueles que ainda acreditam em um Nazareno, pobre, humilde artesão e camponês mediterrâneo, perseguido e condenado à morte na cruz e que se levantou contra qualquer exercício de poder, mesmo dentro da Igreja dos fariseus de sua época. Leonardo Boff”.

E isso persiste até hoje como no documento de agosto de 2000 em que o papa João Paulo II promulga um texto elaborado pelos Card. Joseph Ratzinger, depois papa Bento XIV e Card. Tarcisio Bertoneme, hoje secretário de estado do Vaticano. 

Esse texto, Dominus Iesus, diz em seu artigo 16:

“Quanto à unicidade e a universalidade da mediação salvífica de Jesus Cristo, deve-se crer firmemente como verdade de Fé católica a unicidade da Igreja por Ele fundada. 

Como existe um só Cristo, também existe um só seu Corpo e uma só sua esposa: uma só Igreja Católica e apostólica"...

Os fiéis são obrigados a professar que existe uma continuidade histórica entre a Igreja fundada por Cristo e a Igreja Católica: Esta é a única Igreja de Cristo.”

Debaixo desses mais de 1500 anos de totalitarismo, como de resto acontece com todo o poder absoluto fortemente manifestado, a Igreja Católica Romana cometeu sucessivos graves desvios: corrupção, massacres, acobertamentos... cujos bem divulgados descalabros éticos e morais se estendem até o sec. XXI. 

Para ilustrar o arraigamento desses desvios na cultura e teologia atual da igreja, vemos como a odiosa Inquisição com seus processos de tortura e tantas outras aberrações ainda assim encontrou uma recente tentativa de justificativa e valor nas palavras de Ratzinguer (depois Bento XIV) como mostra esse texto: Declaração de Bento XVI Sobre a Inquisição

Toda essa milenar acumulação de erros tem como pedra de sustentação a farsa histórica e teológica da atribuição da infalibilidade da autoridade do papa que dá à Igreja de Roma, aos olhos místicos dos fiéis assustados, a posse das chaves de São Pedro que abrem ou fecham definitivamente (pois nem o recurso de uma reencarnação lhes é concedido) as portas da salvação e que assim retira do buscador anelante uma das mais belas prerrogativas da essência do cristianismo original que é a da total  liberdade sem medo de busca sincera, direta (mesmo que claudicante e errante), a partir do coração do homem anelante ao coração cósmico e sagrado do Cristo do Princípio, aquele que era, é e será - o único e legítimo intermediador: "Ninguém vai ao Pai senão por Mim." 

Essa é também, como diz Boff, a fonte de obstáculos praticamente intransponíveis para o diálogo ecumênico com outras igrejas.

Sem esse dogma forjado a história desses dois mil anos da expansão do cristianismo, construtor de toda a nossa cultura, seria bem diferente, seria certamente bem mais “Cátara” e as implicações positivas seriam inigualáveis.

Posto isso chegamos agora às seguintes recentes declarações do papa Francisco no Rio de Janeiro:

1- “Se uma pessoa é gay, busca Deus e tem boa vontade, quem sou eu para julgá-la?" (entrevista na volta do Rio a Roma) 

2- “Qual o problema? A sua bênção vale tanto quanto a minha.” (no Sumaré - Rio, respondendo a um padre que lhe pedia para benzer uma imagem de N.Sra.)

Naturalmente o fato de se referir à questão gay foi o que causou mais impacto, mas o verdadeiramente revolucionário dessas declarações é que o sentido do que realmente foi dito - pelo próprio papa (e não por nenhum “herege” gnóstico) foi que: 

1- “Quem é o papa para julgar a busca autêntica e de boa vontade de uma alma anelante à Deus?”

2- “Sua benção pode valer tanto quanto a do papa”. 

O Papa assim, inequivocamente, declara que não é o intermediador absoluto entre o fiel e Deus. 

E então, no espírito da autêntica força e pureza do cristianismo do princípio, o papa só faz repetir o que já estava em João 14, 12-14: "Quem crê em mim fará as obras que eu faço e até maiores porque eu vou ao Pai. E tudo quanto pedires ao Pai em meu nome eu o farei para que o Pai seja glorificado. Se me pedires alguma coisa em meu nome, eu o farei.” 

E isso foi muito surpreendente, promissor e radicalmente revolucionário.

Mas veja: ainda só potencialmente. Pois, não subestimemos a viciada e dissimulada engrenagem que, praticamente intocada e talvez mesmo intocável, engendra toda a cena por traz disso tudo por milênios - a cúria romana, o Vaticano! Com alguma imaginação e com a sua histórica habilidade dissimulatória, ela vai tentar e , se tiver espaço, saberá como, suavemente, distorcer e anular tudo isso. [ *  - Veja referência no fim dessa postagem] 

Mas mesmo assim fica nisso mais do que só uma esperança, mas mesmo uma perspectiva bem aquariana para os muitos milhões de homens de boa vontade psíquica que, como vimos representados nos jovens no Rio, clamam por uma autêntica manifestação dos fundamentos crísticos amplos, abrangentes, universais não sectários a serem revividos em seus corações.

E assim os cristãos puros de intenções, quer sejam pneumáticos ou psíquicos quer compartilhando, divergindo ou reformulando suas mútuas percepções e buscas do coração sobre o mistério de sua fé, conviverão de novo na liberdade dos primeiros séculos e reproduzirão certamente, agora em uma mais profunda espiral aquariana a grande Nação Cátara como descrita por Manuel Porcano em: A Nação Cátara - O Reino Esquecido: 

“A Ocitânia que era oriunda da cultura latina aberta ao mediterrâneo, à península ibérica e à península arábica se converteu, no novo século (XIV), em um centro muito dinâmico entremeando o mais ativo da cultura romana num país no qual o movimento cultural se tornou em uma sociedade de troca, em um processo de interesse pela busca filosófica e em um exemplo raro de tolerância na época medieval na qual se tinha os muçulmanos praticando sua religião, os ortodoxos bizantinos em Montelier, as sinagogas abertas em Narbone e Toulouse e, como havia um imenso contingente grego no mediterrâneo, a Ocitânia se tornou aberta à democracia onde qualquer um discutia com quem quisesse o que quer que pensasse. 

E assim não foi por acaso que o amor oriundo dos árabes transpirava no amor romântico dos trovadores.

E não foi por acaso que conheciam a cabala dos judeus e não foi por acaso que seus cristãos propuseram e discutiram um modelo de Igreja diferente - aquele dos “bons homens” [cátaros] àquele da igreja católica. É concedida a liberdade de pensamento, a concórdia, o exercício do debate que durante esses séculos de ignorância e obscurantismo puderam permanecer na Ocitânia como uma sua grande protagonista. Manuel Porcano” 

E por fim ficamos com o Evangelho Gnóstico de Tomé [13] no qual temos não mais o papa, mas o próprio Jesus que diante da busca autêntica e de boa vontade de seu discípulo Tomé, lhe diz: 

"Não sou teu Mestre. Porque bebeste na fonte borbulhante que fiz brotar e te tornaste ébrio."

[*] Não se fez esperar: Alguns dias depois de ter publicado essa postagem veja a postagem do blog "Vindo dos Pampas" de 6/8/2013: "Começou a guerra contra o papa Francisco"  

Paulo Azambuja

domingo, 28 de julho de 2013

"SACANOFOBIA"




Certamente não foi sua intenção, mas essas vadias acabaram sendo bastante ilustrativas, didáticas e portanto úteis, mostrando claramente o contraste do que até então já vinha sendo incorporado como um valor "bacana" tanto nas paradas, quanto maciçamente na TV e até no congresso.

Aqui ficou claro o quão rasteiro pode chegar a baixaria dos corpos podres no esgoto da libido totalmente entregue ao pélvis.

Desculpem-me mas aqui cabe como uma luva a expressão popular: "Eis os que pensam e sentem com a cabeça do pélvis”. 

Certamente essas pessoas tem o direito de ser o que são e só elas responderão intimamente por esse direito (mas certamente respeitando o espaço público, o que não aconteceu).

Mas o respeito que temos que ter a esse direito não pode ser confundido com qualquer inibição da legítima aversão que podemos e devemos, sem violência, mas categoricamente, sentir e expressar sobre isso.

Podemos sim pacífica, mas enfaticamente, ter e declarar essa nossa decisiva “sacanofobia” em relação a isso. 

E por favor não confundam: não falo aqui necessariamente de "preferências ou tendências sexuais". A libido, tanto a de predominância feminina quanto masculina, quando se manifesta no e pelo coração mais dignifica a expressão humana.

E mais não podemos deixar que nem a cultura, e o que é muito pior, nem a legislação incorpore qualquer reconhecimento ou favorecimento a tais práticas. 

Recentemente postei dois textos que já colocavam algumas posições sobre isso: 



Mas como ilustra o artigo abaixo, que deve ser todo lido, continuam os ardis psicológicos utilizados pela mídia para tentar legitimar, elevar e contextualizar o episódio. LEIAM:


Em acrescimo. 
Após dar publicação a esse texto recebi e respondi um comentário que vou agora acrescentar aqui: 

Vilemar F. Costa: AS VADIAS CONSEGUIRAM chamar a atenção por meio do que se chama "performance", um tipo de "teatro de rua". É engraçado ver os incultos horrorizados com isso. Agora, nos sixties, fizemos isso de "barbarizar" sem ser teatro. Putz! Mas os incultos de hoje não sabem de nada, nem dos sixties nem do que é performance, destilam moralismo barato vindo do fato de não terem feito um bom ensino médio.
Qual o problema de um moça mostrar seios, quebrar cruz, por a xoxota na cabeça de imagem da santa meio século depois dos sixties? Vocês são tontos, chocadinhos? Elas não são, elas descobriram que repetir coisa prá inculto choca. E repetiram. E os incultos reclamaram como as carolas do meu tempo. Que dó. A diferença é que nós fizemos isso realmente, o delas é performance, teatro de rua, ensaiado. E isso faz o chocadinho de hoje um imbecil. 

EM TEMPO: AS “VADIAS” PUBLICARAM EM SITE, FACEBOOK, JORNAIS, UMA NOTA AFIRMANDO QUE A QUEBRA DE SANTAS E AS OUTRAS AÇÕES DE UM CASAL NÃO FAZEM E NEM FIZETRAM PARTE DO PROTESTO DELAS. FORAM “INFILTRADOS” QUE PRATICARAM OS ATOS CONTRA AS IMAGENS...

Paulo De Azambuja Rodrigues: Pois é Vilemar tem gosto pra tudo. Até para um "imbecil, chocadinho, inculto, ..." como eu que, carola, mas pelo menos coerentemente, já repudiava esse esgoto desde a minha juventude vivida nos plenos "sixties". 
Só nos resta experimentar plenamente as nossas convicções que, principalmente nós, os mais velhos, alguns já aqui desde os "fourties", muito brevemente teremos que carrega-las para as outras dimensões. 
Espero que lá onde certamente teremos a CRUZ mas não teremos mais nossos seios e "xoxotas" aonde porventura queiramos colocá-la, descubramos, mesmo assim, o que fazer com ELA.

Paulo Azambuja


PS - Após publicar essa postagem me deparei com o muito oportuno texto de Ariano Suassuna que passo a copiar em seguida:




Muitos podem pensar que o posicionamento aqui defendido é tão somente uma postura de "moral e bons costumes" voltada para uma vida material mais, digamos, "apropriada". 
Mas é muito mais que isso!
E assim encontrei recentemente esse vídeo de Flavio Duarte que mostra a marca e a dominação indelével deixada por atitudes promíscuas muito além dessa vida.

"Comunidades extrafísicas, drogas, sonhos eróticos e pornografia"


sábado, 27 de julho de 2013

A ÚNICA ECLÉSIA UNIVERSAL DE CRISTO


A partir de um assunto postado no facebook que a figura acima sintetiza foram postos alguns comentários que trago mais abaixo aqui para o blog.

Mas primeiro vamos colocar um trecho (esse trecho não constava do assunto postado no facebook e portanto não foi objeto dos comentários mais adiante colocados) do livro Atualidade do Cristianismo Gnóstico que também pode ser visto a partir do 25:46 no clip: “Atualidade do Cristianismo Gnóstico - Fundamentos 1 - O Universo da Criação”:

“A Única e Santa Igreja Universal doadora de toda a verdade
Aqui precisamos ter um grande cuidado na interpretação desse parágrafo, porque a ortodoxia também se diz única santa e universal. Não é com esse sentido ortodoxo que estamos declarando essa idéia. A idéia gnóstica de Eclésia universal é uma idéia não institucional.

Você poderia perguntar, a comunidade tal é a Eclésia universal? Nós diríamos, não. Mas então a sua comunidade não é a Eclésia universal? Nós diríamos, não.

Uma comunidade é tanto mais espiritualmente genuína quanto ela se dignifica na ligação com a Eclésia Universal e tem seus grupos trabalhando sob e com Ela. Mas nenhuma comunidade manifestada, por si só, é a Eclésia! Não há endereço nem no espaço e no tempo para essa única e santa Igreja universal. Ela é única, à disposição do mundo e de todos aqueles que, como diz o prólogo do evangelho de João, a reconhecerem e que, desse modo, serão novamente filhos de Deus.

A Eclésia universal e a sua Fraternidade operadora são geradas pelo espírito e pelo fogo de Deus. Não é, portanto, nenhuma instituição específica registrada em cartório. A ligação e a sucessão da Eclésia no mundo e nas criaturas se faz pela medida de seu anelo, devoção e participação.

A Fraternidade da Vida – a Única Comunidade Mística
Existe operando nessa única Eclésia universal uma única Comunidade Mística. Um Corpus Cristi, uma Fraternidade Angélica de Cristo. Aqui não estamos falando de um personagem histórico, mas sim do Cristo cósmico. Estamos falando de seres do Uni-Verso, em plena evolução, operando em apoio à manifestação da Eclésia. Na verdade essa manifestação é útil e acontece não só no Uni-Verso, mas também, como veremos depois, no Uni-Reverso. 
No Uni-Verso a Eclésia se manifesta para uma verdadeira evolução.”

Passemos aos comentários: 

Gilmar Coimbra: Temos que tomar muito cuidado com o que dizemos, principalmente quando está no país o representante. - Não me escapole neste momento uma frase "católica", do Latim CATHOLICUS, “geral, universal”, do Grego KATHOLIKOS, da expressão KATH’HOLOU, “no geral, globalmente”, de KATA, “sobre”, + HOLOS, “inteiro, total”.
Veja o site: http://origemdapalavra.com.br/palavras/catolico/), que diz: "O Reino de Deus está dentro de vós"! Muito grato pelos préstimos.

Helio De Azambuja Rodrigues : A fé sempre foi o mais importante. As religiões são efêmeras, serviram a muitos propósitos a maioria escuso. Tivemos deuses para tudo e para todos. Na crença do Deus único, procurou-se responsabilizar um só Ser. Daí para formalizar padrões e responsabilidades foi o caminho fácil para promover guerras e ocupações de territórios, acumulou-se riqueza, tal qual fazem hoje os dissidentes da Igreja Católica e que ela mesma continua promovendo. Nosso povo é bom e todos precisam acreditar e responsabilizar um Salvador, entregamos nosso futuro desconhecido nas mãos de alguém em quem acreditamos e que queremos que seja justo e misericordioso, principalmente com nossas faltas e falhas. Chegaremos sim ao paraíso, não pela mão do Salvador e sim pelo conhecimento e respeito ao próximo. Promovendo a substituição do instinto pelo conhecimento, pela razão e pelo pensamento elevado aos propósitos maiores do que aqueles iniciais nos passos da humanidade no texto "Preservar para Evoluir" me parece estar um inicio deste caminhar baseado nas ações de cada um para a purificação do Sopro Divino.

Paulo De Azambuja Rodrigues: Sim temos mesmo que tomar muito cuidado! Palavras tais como: Judeu; Islamismo; Messias; católico; Jesus; e tantas outras que se queira usar tem certamente sua etimologia. Mas qualquer um ou qualquer grupo em qualquer momento da história pode atribuir a si tais palavras levando - legitimamente ou NÃO - o seu sentido e o seu valor. 
Mas não é o NOME, mas sim a AÇÃO: “Nem todo aquele que me diz: 'Senhor, Senhor' entrará, no Reino dos céus, mas apenas aquele que faz a VONTADE de meu Pai. (Mateus 7)”.
Realmente, há uma ÚNICA ECLÉSIA UNIVERSAL DE CRISTO. Mas devemos entender lhe o profundo sentido: O que é a Eclésia Universal? Quem é JESUS CRISTO? - Aquele que “é o mesmo, ontem, e hoje, e eternamente. (Hebreus 13:8)”. 
A busca desse conhecimento - Gnósis - depende só de você, consigo mesmo, empreender uma profunda auto procura tanto histórica como espiritual - sem interferências de gurus, dogmas, concílios, bulas e livre das inebriantes arapucas emocionais. 
É preciso realçar que Jesus não foi o fundador de nenhuma instituição religiosa. O próprio Leonardo Boff já teve a oportunidade de escrever sobre isso.

sábado, 20 de julho de 2013

SIMPATIA QUASE AMOR

"Ai de vós escribas e fariseus hipócritas"!

O Papa não é tão somente e principalmente um ator que deve representar um papel de humildade e bondade para conquistar a simpatia de seu ameaçado mercado segundo os requisitos do mundo atual.

O Papa é o sumo representante da Igreja Católica que não só o proclama e se proclama como infalível segundo os escritos de seu direito canônico, que tem a conotação de mandamentos da Lei da Igreja e cujo cumprimento condiciona à salvação, como também envolve diretamente a figura filosófica, histórica e religiosa (como quer que a entendamos, mas que é sem dúvida nenhuma - sábia) de Jesus, dizendo-se sua única herdeira e sua única e legítima representante. 


Mas bem logo atrás dessa simpatia toda encontramos uma história de mais de mil anos de: pedofilia, corrupção, prostituição, inquisição, proteção aos nazistas e tantas outras ditaduras e ditadores, opressão, dissimulação cínica, profunda manipulação.... que arrasta consigo e macula profundamente a grandiosa proposta do cristianismo, afastando muitos desavisados do tesouro filosófico, existencial e transcendental do Cristianismo Original. 





Para quem conhece com liberdade não dogmática o cristianismo reconhece nisso o verdadeiro Pecado contra o Espírito Santo.


Caracterizando agora o que dissemos aqui: 

Papa criminaliza a informação sobre crimes sexuais
Por: Justin Dodd 17 de julho de 2013
http://www.newslo.com/pope-criminalizes-the-reporting-of-sex-crimes/#sthash.SMI0rqvc.dpuf

Cidade do Vaticano 
Na semana passada foi divulgada pela grande mídia que o papa promulgou uma nova lei a vigorar na Cidade do Vaticano que passou a criminalizar com pena de 12 anos os crimes sexuais com crianças. Mas o que ficou na “moita” é que o papa promulgou também uma outra nova lei que tornou ilegal a denuncia dos crimes sexuais contra crianças e os que o fizerem serão punidos com 2 anos de prisão. 

Isto é: não mudou nada!

Os crimes sexuais são mais ilegais do que nunca, mas é tecnicamente ilegal relatá-los.

"Não queria que isso acontecesse, obviamente", lamentou o ministro das Relações Exteriores do Vaticano monsenhor Dominique Mamberti. 

"Mamberti disse que a passagem simultânea de cada lei é apenas uma coincidência e insistiu que a Igreja não está tentando proteger-se contra mais esse embaraço.

“Eles sabem exatamente o que estão fazendo", afirma Fabrizio Perona do jornal italiano La Repubblica. "Eles só pensaram que ninguém notaria”. A Igreja quer impressionar o mundo por ser dura com crimes sexuais, mas ao mesmo tempo eles criminalizam os vazamentos, que é a única maneira de alguém descobrir esses crimes. 

Aqui se mostra intacta a proverbial genialidade diplomática do Vaticano em sua única e cínica capacidade milenar de dissimular, enganar e desconversar. 

Ah sim! O monsenhor Mamberti diz que os planos já estão sendo feitos para eliminar essa “brecha”.

"Nós não vamos deixar ficar uma lei perigosa como esta, mas a mudança muitas vezes vem lentamente e as pessoas precisam entender que este é o Vaticano, e há um processo em vigor aqui.” 

Devoção, incenso, oração. “Pedimos aos menores em risco que por favor, sejam pacientes conosco."

À medida que a Santa Sé se move para esclarecer a lei, Mamberti alertou aos supostos criminosos dentro dos muros do Vaticano que, no entanto: 

"Ainda estão sujeitos ao olho mais atento de todos: o olho de Deus. Por enquanto, não há nada que possamos fazer. "

Amém!

Ah, e também na semana passada: 




Paulo Azambuja

terça-feira, 9 de julho de 2013

A FORÇA DA DIFERENÇA

Amigos: 
Aqui complemento o recente artigo desse blog: “Ai das Grávidas”, que mostra uma proposta de emenda constitucional que esta para ser submetida à votação de autoria de Marta Suplicy e da OAB, uma aberração digna de um Feliciano que com a sua “Cura Gay” encontra aqui o seu equivalente, só que com sinal contrário, numa verdadeira proposta de “Cura Hétero”. 

Mostrei também, o que é muito mais grave, a evidência que essa é uma intervenção orquestrada e profunda da Nova Ordem Mundial em todas as culturas como sintetizo nas seguintes figuras trazidas do citado artigo: 






Agora trago um caso real e trágico das consequências ao nível familiar dessa aberração deixando que se imagine quais essas mesmas consequências quando tal paradigma for introduzido na formação oficial nas escolas e nas diversões das crianças. 

Veremos aqui a completa evidência da diferença (diferença e não predominância) entre o masculino e o feminino em toda a extensão desse conceito. 

Para logo evitar qualquer mal entendido patrulhado: masculino e feminino estão sendo usados aqui no sentido de gênero e que, embora seja-lhes um fator fortemente condicionante, estão muito acima e além dos aspectos da psique e da anatomia humanas.

Aos teóricos ou indiferentes diante destas evidências só desejamos que não precisem esperar até serem eles mesmos uma Janet ou um Ron para só então a VIDA obrigar-lhes a considera-las.

Eis um extrato de um artigo da BBC Brasil publicado em 24/11/2010: Documentário conta drama de gêmeo criado como menina após perder pênis”

“Esse é o drama de um menino canadense, Bruce Reimer, criado como menina após perder o pênis em um acidente durante um procedimento de circuncisão nos anos 60. 

Após esse devastador acidente seus pais, Janet e Ron, entregaram o caso ao psicólogo John Money especializado em mudança de sexo que acreditava que não era tanto a biologia que determinava se somos homens ou mulheres, mas a maneira como somos criados.

Para o psicólogo, esse era o caso ideal para provar sua teoria com uma evidência irrefutável de que a criação pode se sobrepor à biologia. Ali estava uma criança que poderia ser criada como sendo do sexo oposto e que trazia até mesmo seu grupo de controle com ele, pois tinha um irmão gêmeo idêntico, Brian.

Então, com 17 meses de idade, Bruce se transformou em Brenda. 


E logo após um primeiro passo cirúrgico para a mudança foi tomado, com sua castração.

Money enfatizou que, se quisessem garantir que a mudança de sexo funcionasse, os pais nunca deveriam contar a Brenda ou ao seu irmão gêmeo Brian que ela havia nascido como menino. 

A identidade de Brenda foi mantida em completo segredo e a partir de então eles passaram a ter uma filha. 

"A mãe afirmou que sua filha era muito mais arrumada do que seu irmão e, em contraste com ele, não gostava de ficar suja", registrou Money em uma das primeiras consultas.

Mas em contraste, ele também observou: "A menina tinha muitos traços de menina moleque, como uma energia física abundante, um alto nível de atividade, teimosia e era frequentemente a figura dominante num grupo de meninas".

Em 1975, as crianças tinham 9 anos, e Money publicou um artigo detalhando suas observações. A experiência, segundo ele, tinha sido um sucesso total.

"Ninguém mais sabe que ela é a criança cujo caso eles leram nos noticiários na época do acidente", afirmou.

"O comportamento dela é tão normalmente o de uma garotinha ativa e tão claramente diferente, por comparação, ao comportamento de menino de seu irmão gêmeo, que não dá margem para as conjecturas de outros."

No entanto, na época em que Brenda chegou à puberdade, aos 13 anos, ela sentia impulsos suicidas.

"Eu podia ver que Brenda não era feliz como menina", lembrou a mãe Janet. "Ela era muito rebelde. Ela era muito masculina e eu não conseguia convencê-la a fazer nada feminino. Brenda quase não tinha amigos enquanto crescia. Todos a ridicularizavam, a chamavam de mulher das cavernas. Ela era uma garota muito solitária."

Ao observar a tristeza da filha, os pais de Brenda pararam com as consultas com John Money. Logo depois, contaram a Brenda que ela tinha nascido como um menino.

Semanas depois, Brenda escolheu se transformar em Bruce. 

Ele passou por uma cirurgia de reconstrução do pênis e até se casou. Ele não podia ter filhos, mas adorou ser o padrasto dos três filhos de sua esposa.

Mas, o que Bruce não sabia, era que seu caso tinha sido imortalizado como "John/Joan", em artigos acadêmicos a respeito de mudança de sexo e que o "sucesso" da teoria de Money estava afetando outros pacientes com problemas semelhantes aos deles e que estava estabelecendo os protocolos sobre como tratar hermafroditas e pessoas que tinham perdido o pênis".

Quando passou dos 30 anos, Bruce entrou em depressão, perdeu o emprego e se separou da esposa. Na primavera de 2002 seu irmão morreu devido a uma overdose de drogas.

Em 2004, Bruce aos 38 anos cometeu suicídio com um tiro na cabeça no estacionamento de um supermercado.”

** O Documentário da BBC em inglês é: Dr. Money And The Boy With No Penis

Paulo Azambuja

sexta-feira, 5 de julho de 2013

"Ai das Grávidas"



Amigos 


Trago um diálogo que tive sobre essa aberração acima.

Comentário de uma amiga: Sinceramente, os pontos destacados como principais neste link (figura acima) fazem sentido porque estão em acordo com a lei que admite e reconhece a união de pessoas de mesmo sexo e também permitem adoção. Assim, não é um outro tipo de família que estamos tendo? Pensando nas crianças: sera que as festas escolares ditas dia de mãe e dia do pai as constrangem? Já vi filhos de pais omissos bastantes desconfortáveis nessas festas. Tenho dúvidas e gostaria de saber porque desacordar com a lei no contexto em que vive a sociedade atual.

Meu comentário: O direito de se constituir uma união como for de agrado ou tendência de cada um não pode se sobrepor ao direito de se preservar a ideia da distinção e da relação entre os distintos gêneros, não só porque essa ideia corresponde à da grande maioria, embora não ruidosa, das pessoas e de suas necessidades como também refere-se a papeis fundamentais distintos que as pessoas desses gêneros tem - e entendem que devem continuar tendo - no seu relacionamento recíproco e na formação de uma unidade individual e social. 

Respeitar o direito das minorias de exercerem os seus relacionamentos como bem entenderem não significa adotar e aplicar na vida e na percepção de vida dos outros que entendem de forma diferente e convencional aqueles preceitos e condutas moldando a grande maioria da sociedade em adota-los para si, compulsoriamente. 

Do mesmo modo que as tendências de uns, em minoria, devem ser respeitadas as distintas e históricas tendências dos outros, em maioria, mais ainda, devem e tem que sê-lo.

Comentário de uma amiga: Paulo, se assumimos o combate às propostas de mudança da lei quanto a família estamos apoiando o louco do presidente da comissão de Direitos Humanos que quer "curar" os homossexuais. Acho que precisamos ter coerência no que apoiamos e criticamos pq criticar por criticar não vai sobrar nada de nada e vira uma coisa 'sem pé nem cabeça". Abç

Meu comentário: Absolutamente Não! 
O fato de sermos contra o Hitler quando invadiu a Rússia não significa que tenhamos que renunciar a uma igual aversão a Stalin. 

São dois tiranos absurdos, tanto um como o outro, e esse é o problema de muitas coisas atualmente que correspondem a um falso dilema em que cai nossa consciência da dualidade: Mensalão do PT ou Mensalão Tucano; Bush ou Obama; Fundamentalista Cristão ou Fundamentalista Muçulmano...?

Aqui não é necessariamente Sim e Não mas certamente é: Não e Não. Qual o problema?

O modo de pensar gnóstico nunca caiu nessa armadilha pois sempre relativiza os dois lados da realidade dessa consciência e desse mundo “da Queda”.

Os gnóstico bem sabem que, via de regra, as coisas em manifestação nesse mundo são na verdade em última instância "farinha do mesmo saco" o que fica bem ilustrado nessa situação entre Marta e Feliciano: “O roto e o esfarrapado.”

Para terminar com um sorriso, mesmo que meio amarelo, sugiro que imaginemos nas vésperas de um grande concurso da Petrobrás ou Banco do Brasil como vai crescer subitamente o número de gays no Brasil.

Aqui está a evidência que essa é uma intervenção orquestrada e profunda da Nova Ordem Mundial em todas as culturas: 

A questão é "Pra quê"?

A resposta a essa questão esta no artigo deste blog:





NOTA: Após editar essa publicação recebi um comentário que isso só poderia ser invenção. Esse tipo de "negação" é muito comum hoje em dia como uma defesa psicológica contra os sucessivos absurdos com que somos confrontados. Realmente há muitos absurdos inventados mas, infelizmente, os piores deles são verdadeiros. Se consultarem no Google (procurem por: "Marta Suplicy família") encontrarão vários artigos que atestam essa notícia. Ai vai o hiperlink para três deles: 

Paulo Azambuja