sexta-feira, 2 de outubro de 2015

O Mundo “Dialético” e a Experiência Espiritual




Amigos:

Como "estudante" gnóstico a situação decaída do ser humano há muito me tinha sido informada e aceita, só que mais em "teoria". 

Nesses últimos anos, observando os acontecimentos que galopam cada vez mais no Mundo e no Brasil, tive a oportunidade, para mim fundamental, de mais incorpora-los na minha vivência emocional e consciencial interna. 

Os acontecimentos dessa fase apocalíptica que estamos vivendo no mundo corrente, ao meu ver só podem ser compreendidos (diria melhor incorporados ao sangue) a partir de acompanhados e vivenciados como fatos espirituais que estão sendo encenados na matéria (na história atual, na economia, na política, nos costumes...). E isso já havia colocado, em 2008, na primeira parte do livro "Atualidade do Cristianismo Gnóstico" – Limites.

Daí a importância que dei ao meu envolvimento emocional nesses fatos, experiência essa bem registrada na sequência de artigos do meu blog. 

Esse desgaste emocional esse mergulho psico-consciente nesse “inferno” me está sendo fundamental; machucou, desviou, mas não poderia, segundo minha natureza, deixar de ser empreendido. 

Sei que essa atitude não é nada comum em pessoas que como eu priorizam as suas necessidades atávicas de um questionamento existencial profundo, mas que, no entanto, ficam meio de fora dos fatos, tendo mesmo esse afastamento como um valor espiritual superior. 

Inclusive numa fase fundamental do meu “aprendizado” gnóstico em um grupo que participava era muito usada a expressão: “isso é dialético”, querendo dizer: "como gnóstico não estou e nem devo entrar nessa”. 

Aí há muito de verdadeiro, mas que quando, ao meu ver, mal compreendido em termos de proposta de vida cristã original (dai a César o que é de César) se parece muito com as críticas feitas à Jesus por seu envolvimento “dialético” social: em festas com cobradores de impostos, e político: reagindo a apedrejamentos legais, em contestações ao sinédrio, em declarações sobre os vendilhões e fariseus “hipócritas – túmulos caiados de branco”...

Agora saindo já um pouco do mais profundo desse poço SEI, absorvi interiormente mais, como é a natureza humana em toda a sua nudez caricatural, distorcida, ridícula, mas tão perigosa e planetariamente (e portanto, vivencial e espiritualmente) destrutiva. E essa passagem da teoria à prática é muito dolorosa, daí o tão comum afastamento.

Continuo, como é de minha natureza e temperamento, a acompanhar os fatos “dialéticos” e não a fugir deles, até porque onde quer que eu me esconda eles estarão cada vez mais atropelando a mim e a todos. 

Quem sabe venha a adquirir um pouco mais de Sabedoria advinda dessa experiência prática (teoria acho que já adquiri o suficiente) que me faça equilibrar melhor o resto de minha experiência nessa vida com os fatos que estão (a mim e a todos nós) a tornando insuportável. 

Paulo Azambuja

sexta-feira, 11 de setembro de 2015

FREUD X YUNG ?

Sintetizando uma conversa que tive com uma amiga:


Não deixe de ver essa entrevista de Carlos Byington, Psiquiatra e Analista Junguiano

segunda-feira, 7 de setembro de 2015

A PSIQUE HUMANA E A "GRANDE TRIBULAÇÃO"




Amigos: 


Vou tratar aqui do estado psicológico em que visivelmente nos encontramos como seres humanos nessa Grande Transição de consciência que já nos afeta.

Primeiro vamos ver um pouco sobre o tema que motivou a inauguração desse blog.


Esse blog começou em 2008 onde apresentei, tanto em texto como narrada em vídeos do YouTube, minha palestra: "Atualidade do Cristianismo Gnóstico", cujo acesso está disponível logo em uma das primeiras referências na coluna da direita das páginas do blog. 



A primeira parte dessa palestra foi intitulada "Limites"  e acredito que sua leitura tem muito a ver com o nosso tema proposto. 


Eis a itemização desses "Limites" como na referido texto:

Limites
  • Aspectos da Crise Planetária Atual
  • Como entender a crise?
  • A Crise Segundo o Materialismo Reducionista
  • A Crise Segundo a Sagrada Sabedoria Universal
  • A Sabedoria Profética Megalítica
  • A Sabedoria Maia
  • Então, qual é o diagnóstico?
  • Nova Era é Nova Consciência.
  • O Segredo do Sagrado
Dai destaco alguns textos: 

"A humanidade e cada indivíduo da humanidade perdeu a sua capa moral. Todo o indivíduo, toda a sociedade, toda a cultura, precisa se basear numa capa moral.Sabemos que toda a capa moral é relativa, é transitória, é de alguma forma paliativa, mas é imensamente necessária para se construir alguma coisa. 

O sistema de crença materialista reducionista, não só contribuiu para destruir a capa moral que havia, como também não foi capaz de substituí-la por outra capa moral." Portanto, resta o vazio! E esse vazio explode em exacerbações: nos vícios, na ganância desmesurada, na hiperatividade física sensual, etc. Esse vazio moral é agora uma crise planetária, pois o sistema de crença ocidental materialista logrou, principalmente via globalização das comunicações, exportá-lo mundialmente. Isso, portanto, nos leva ao diagnóstico que buscávamos: 

Estamos numa crise de limite de consciência. 
Nossa crise é uma crise de consciência! Tudo o mais são os sintomas dessa crise.
Nova Era é Nova Consciência.

Nada menos! Lembrando o sermão do monte que diz: Tudo o mais nos virá em acréscimo. Há algo completamente novo acontecendo que não pode ser compreendido por nosso completamente velho, precário e exaurido estado limítrofe de consciência. Tanto seja esse estado considerado bom ou mal. O que ele é, no entanto e certamente, limitado e insuficiente.

Não se põe vinho novo em odres velhos; porque os odres rompem, o vinho entorna e assim se perdem os dois.

A dimensão dessa assertiva, com as suas implicações e exigências, será encontrada no desvelar gnóstico do cristianismo do princípio, como veremos no desenvolvimento desse trabalho."

***
Em seguida eis um artigo sobre um assunto muito interessante e oportuno que acabei de ler na íntegra nesse hiperlink e do qual traduzo em seguida alguns tópicos.

Desordem de Despersonalização
Jane Charlton não era mais ela mesma quando acordou numa manhã de abril de 2002, mas foi muito mais aterrorizante do que um qualquer desses grogues normais que as vezes se tem ao acordar - e não mais melhorou por três anos. 



"Foi uma sensação de estar fundamentalmente errada em seu próprio corpo", diz Charlton ao tentar descrever o praticamente indescritível, a condição de que engoliu um enorme pedaço de sua vida.



"Foi uma constante, contínua experiência do outro mundo ", disse. "É um sentimento que, se você está se sentindo dessa forma, você não poderia estar existindo, ao mesmo tempo. A sensação era de estar completamente, constantemente tentando agarrar a realidade, tentando arrastar de volta o que eu tinha tido até poucos dias. Ontem eu tive uma vida, e agora eu não tenho nada ".


A Desordem de Despersonalização, ou DPD, está entre as mais comuns, embora sub-reconhecidas, condições psiquiátricas no mundo. De acordo com estudos na Grã-Bretanha e nos EUA, DPD poderia estar afetando até 2% da população - ou seja, cerca de 1,3 milhões de pessoas no Reino Unido e 6,4 milhões em os EUA. 


Pessoas com transtorno de despersonalização descrevem um sentimento de desapego completo, uma vida vivida como um autômato ou no piloto automático, caracterizada por uma ausência de emoções, boas ou más. (Você pode comparar com uma recente série do Canal 4 – ‘Humans’ que contou sobre uma inteligência presa, sem nenhum poder, no corpo de um robô). 


As pessoas com DPD se sentem como se estivessem observando a sua vida através de uma placa de vidro ou de um denso nevoeiro, ou como se estivessem aparecendo em um filme. Seus corpos e seus seres se separaram; seus membros não são mais Deles Próprios. 


"A melhor imagem que poderia fazer sobre isso é que eu era um pequeno homem sentado na parte de trás da minha cabeça, com os controles, e podendo ver o interior do meu crânio e olhando para fora por suas duas órbitas oculares," Charlton diz. "Quando eu falei sobre isso com meu pai, eu usei as palavras: “Eu fiquei louca. É, finalmente aconteceu, eu fiquei louca." 



Muitas pessoas experimentam alguma forma de despersonalização temporária em suas vidas, normalmente em momentos de alto estresse ou fadiga extrema, como durante um acidente de carro, onde as opções estabelecidas de defesa, de luta ou fuga são removidas. Um número de drogas recreativas pode também precipitar episódios similares. No entanto, DPD nem sempre tem esses episódios óbvios, nem diminuem, deixando nos encalhados em um deserto emocional.


Seja qual for o gatilho para o DPD, os pacientes relatam sintomas notavelmente similares. Falam de barreiras entre a consciência e a vida real, de vazio, futilidade e estranhamento. Charlton, que criou sua descrição do “pequeno homem dentro do crânio” ficou surpresa quando encontrou ao fazer uma pesquisa de imagens do Google para DPD, precisamente a mesma figura.



DPD é diferente da esquizofrenia ou psicose em que as pessoas com o distúrbio não estão convencidas de estarem em uma realidade alternativa, ou de objetos ou pessoas que se tornaram algo ou alguém que eles não são. 



Em vez disso, o DPD apresenta um mundo da metáfora e símiles: pessoas falam sobre suas experiências muitas vezes, "sentindo-se como" ou "como se" algo incomum ocorreu. 



Além disso, pessoas com DPD frequentemente não parecem ter um mal-estar ou até mesmo serem diferentes para seus conhecidos mais próximos; apesar de estarem experimentando uma completa falta de empatia, amigos e familiares não notam qualquer alteração marcante. A pessoa com DPD é muitas vezes capaz de sonambular pela vida diária, e até mesmo de manter relações estreitas, mas é roubado dos picos e depressões emocionais da existência humana comum. Ele só forma essa falta de congruência entre a maneira como eles aumenta as sensações de desapego. 


"Como estão se sentindo mentalmente e da maneira que estão se sentindo fisicamente contribui para este sentimento de ser cortado e alienado do mundo” 


Um paciente escreveu: "Eu tive durante os últimos 61 anos a sensação permanente que não existia. Nada que eu faça ou pense parece ser capaz de mudar esse sentimento. Eu só quero ser eu, seja lá o que esse “eu” seja. Eu desejo tanto isso."


***
E isso veio bem ilustrar e complementar o diálogo que logo antes havia tido com uma amiga.

Amiga: Paulo, David Icke falou numa entrevista, sobre o deslocamento da decisão do coração para o ventre. Que essa troca de local, tornou o cérebro, arbítrio e juiz da humanidade.
Sabe me dizer fácil de entender, porque os cátaros foram dizimados?

Paulo Azambuja: Cara amiga, é exatamente isso que está visivelmente acontecendo na psique humana em todo o planeta. 

Se você reparar bem, sob esse aspecto as manifestações dos seres humanos tipo "Av. Paulista", vai entender o porque do nudismo como forma de expressão e protesto ter ali proliferado, pois que toda a energia vital e a própria psique desceram para o plexo solar e, então, é só por ali, abaixo da cintura, que eles conseguem ser eloquentemente expressivos. 

Observamos também por conta dessa descida a sua completa incapacidade de expressar alguma coisa por palavras que tenham um mínimo de coerência e estrutura lógica, que assim se tornam tão somente palavrões, urros e manifestações faciais de ódio num olhar morto. 

A época atual deixou a humanidade nua, isso é despiu-a de suas capas morais e das camadas ilusórias, de suas "histórias pessoais", que serviam, precária mas consistentemente, para lhe dar um sentido de ser alguma coisa e de estar viva. E isso só vai se aprofundar. 

Para os outros todos que também estão sendo esvaziados, mas que não preencheram esse vazio com o ódio, resta-lhes saudar esse vazio que, embora muito penoso, é um pré requisito necessário para que esse lugar de alma esvaziada seja ocupado por uma nova e superior consciência humana pois, "Ninguém põe vinho novo em tonéis velhos". 

Quanto aos Cátaros, o problema hoje também é de dizimação, só que com eles foi um acontecimento, embora historicamente lamentável, de limitado alcance regional, enquanto que no atual estado tecnológico desse fim de ciclo da humanidade, todos esses impactos destruidores e caóticos são planetários e até mesmo cósmicos.


http://www.blogdacidadania.com.br/2015/09/professores-da-unicamp-processarao-vizinho-antipetista-que-os-agrediu/


Está aí um dos melhores cabos eleitorais do PT
Posted by Fabio Tadeu Borges on Sábado, 12 de setembro de 2015


Um vídeo para reflexão.Compartilhe...www.encontrocosmico.com.br(Y) facebook.com/encontrocosmico
Posted by Encontro Cósmico on Quarta, 9 de setembro de 2015







Veja também:


POLÍTICA E A "GRANDE TRIBULAÇÃO"


"E O POUCO QUE TEM LHES SERÁ TIRADO"










domingo, 6 de setembro de 2015

POLÍTICA E A "GRANDE TRIBULAÇÃO"






UM DIÁLOGO:

Amigo: Existe alguma relação digamos assim direta, entre "espiritualidade" e esses assuntos? Sei que existe uma ligação, mas fico por exemplo, buscando um viés espiritual para entender esse momento do pais, governo e etc. essa mudança de era causa algum efeito nesse processo? Porque e como isso acontece?

Paulo Azambuja: Todo o sentido do cristianismo na sua essência, e aí difere bem das outras propostas espirituais principalmente as orientais, é que Jesus é uma encarnação do Logos Cristo. Isso significa que o cristianismo é a espiritualidade que inaugura uma era em que a humanidade na Terra tem que dali ser mobilizada para se preparar e preparar a Terra inteira para um salto qualitativo espiritual de consciência. 

Daí os símbolos fundamentais do cristianismo mostrando a atuação direta de Jesus junto ao povo "criticando" inclusive diretamente os desvios como os dos fariseus o que resultou numa grave infração política da época (a religião, a política e a justiça convergiam para um único poder - os sacerdotes do Sinédrio) e assim Jesus foi interrogado, julgado, sentenciado e crucificado pela sua ação contrariando diretamente o poder secular. 

Agora, eu não estou dizendo que essa atuação de Jesus pode ser entendida (como acontece por muitos de esquerda) como uma atuação voltada a mudar o poder secular opressor dominante. Embora, certamente quando a mudança crística acontecer, todas as coisas mudarão em conformidade com essa nova consciência-espírito

A mobilização de Jesus tocava e incomodava profundamente os poderes sim, mas na verdade não era para uma mudança de doutrina ou de estrutura política, mas sim para um processo de conscientização da condição limitada do homem de modo a que pudesse se preparar e aceitar a mudança fundamental que profeticamente era apontada como fim dos tempos

Esse assunto do verdadeiro papel no mundo que uma pessoa que se prepara espiritualmente deve ter se resume na frase: "Dai a César o que é de César"; ou segundo o Evangelho Gnóstico de Tomé : "Eu vim jogar fogo sobre a Terra e vigio até que arda"

Amigo: Fico me perguntando se essas leis e esses processos de governo, principalmente o Realismo no caso das relações internacionais da guerra para a paz se fazer em algum momento necessário. Não estou defendendo a guerra, estou só querendo entender se esse poder politico deve ter uma "reforma" mais séria no sentido mais amplo.

Paulo Azambuja: Na minha conta do FB, como qualquer cidadão, e mais ainda, sempre sabendo aonde poderiam ir (e certamente irão) as condições de caos e violência que põe fogo no mundo, claramente me posicionei e me posiciono em relação ao que acho seja o melhor, não para resolver, pois não vai ser resolvido nada pelos velhos métodos, mas para melhor gerenciar a crise humana da Grande Transição, tanto local como global, da sociedade em que estou envolvido diretamente como cidadão. 

Nessa transição não há mais que se falar em esquerda ou direita, pelo menos nos velhos termos, mas sim na política trata-se de escolher entre um grupo que se comprometa com a gerência da crise com inclusão versus os que gerenciarão com concentração de poder e abandono até a aniquilação dos demais, como refugo. 

O que acontece no Ocidente, mais emblematicamente na Grécia, ilustra bem essa situação. Tenho sim, e o exponho na minha "secular" LT do FB, uma posição clara para que politicamente estejam, meu país e o mundo, sobre um esquema de poder que gerencie essa dramática transição sob uma política de inclusão e apoio. Embora mais pareça que todas as forças estão manipulando com sucesso as cabeças, logrando assim implantar um fascismo mundial de exclusão e aniquilação dos seres ordinários, comuns: dos “loosers” como gostam de chamar os americanos.

Em resumo amigo: O poder político assim como qualquer manifestação humana nesta natureza é precário, incompleto e transitório e não poderá haver nenhuma "República de Platão" se não houver novas consciência humanas totalmente transformadas que a implante. 

Mas enquanto essa Nova Consciência não prevaleça temos que ativamente tomarmos a melhor posição para enfrentarmos como coletividade a Grande Turbulência, até porque o que virá depois depende da qualidade de Ser com que a atravessemos.

Veja também: 
A PSIQUE HUMANA E A "GRANDE TRIBULAÇÃO"

quarta-feira, 26 de agosto de 2015

Está Na Hora de Avisar aos Goym

Amigos:

Essa postagem é uma nova versão atualizada de uma postagem que coloquei aqui em agosto de 2014 e teve 600 visualizações.
Os comentários sobre a primeira versão estão colocados no fim deste texto.

Aqui coloco tão somente FATOS expostos em  documentos, textos e pronunciamento de JUDEUS.







Leia em http://www.dailystormer.com/netanyahu-promises-to-make-the-talmud-a-reality-in-israel/

3 - Livro de um Rabino Permitindo a Matança de Crianças Goy se Torna Best Seller 

Jerusalém - Um rabino judeu lançou um livro dando aos judeus permissão para matar não-judeus, incluindo bebês e crianças, que possam representar uma ameaça real ou potencial para os judeus ou Israel. "É permitido matar os justos entre os não-judeus, mesmo que eles não sejam responsáveis ​​pela situação de risco", o rabino Yitzhak Shapiro, que lidera a Yeshiva Od Yosef Chai no assentamento Yitzhar, na Cisjordânia ocupada, escreveu em seu livro " Torá do Rei ".

Ele argumenta que os goyem (um epíteto depreciativo para os não-judeus) podem ser mortos se eles ameaçarem Israel.

"Se matarmos um gentio que pecou ou violou um dos sete mandamentos - porque nos preocupamos com os mandamentos - não há nada de errado com o assassinato."

Não-humanos

O edital controverso é apoiado por numerosos rabinos afiliadas com o chamado campo nacional-religioso, bem como o seminário talmúdico em Jerusalém Ocidental, conhecido como Merkaz Ha'rav.

Entre os rabinos que apoiaram publicamente o edital estão Yitzhak Ginsburg e Yaakov Yosef.

Ginsburg tinha escrito um folheto glorificando o assassino Goldstein e chamou-o de "figura santa."

Pontos de vista de Shapiro sobre como os palestinos e não-judeus, em geral, devem ser tratados de acordo com a lei religiosa judaica (halachá) são amplamente vistos como representando o mainstream não a exceção em Israel.

Durante a ofensiva israelense contra Gaza no início deste ano, Mordecahi Elyahu, uma das principais figuras rabínicas em Israel, pediu o exército não se abster de matar crianças inimigas, a fim de salvar a vida de soldados israelenses.

Ele até pediu ao governo israelense para levar a cabo uma série de bombardeios aos centros populacionais palestinos em Gaza.

"Se eles não pararem depois de matarmos 100, então temos de matar mil. E se eles não pararem depois que matarmos mil, então devemos matar 10.000. Se eles ainda não pararem, teremos de matar 100.000, até um milhão. O que for preciso para detê-los."

De acordo com Israel Shahak, autor de "História Judaica, Religião Judaica: o peso de três mil anos", o termo "seres humanos" na lei judaica refere-se apenas aos judeus.

Muitos rabinos ortodoxos judeus, especialmente no setor nacional-religioso, visualizam as convenções internacionais incriminatórias à matança deliberada de civis e destruição de casas e bens civis como representando "moral cristã" não vinculada aos judeus.

Em 2006, o Conselho Rabínico de assentamentos judaicos na Cisjordânia pediu ao exército "para ignorar a moral cristã e exterminar o inimigo no norte (Líbano) e no sul (Faixa de Gaza).

Tais decretos manifestadamente racistas e odiosos não levantam muitas sobrancelhas em Israel, nem entre entre os intelectuais, nem na sociedade em geral.

4 - Ben Gurion Ex Primeiro Ministro de Israel 

Uma das coisas que os assassinos sionistas alegam é que estão apenas respondendo às violências dos terroristas. 
Mesmo que fosse isso, a desproporção da resposta já atestaria a flagrante imoralidade e vilania de Israel. 
Mas pior que nem é isso! Esse texto mostra, irrefutavelmente, que muito antes de qualquer eventual 
ato terrorista o esquema de dominação já estava todo planejado.


5 - Ayelet é hoje Ministra do Governo Israelense


     5- "Com Amor de Israel" Mensagens de meninas de Israel escritas nos mísseis a serem lançados no Líbano e suas consequências

 Mensagens de meninas de Israel escritas nos mísseis a serem usados no Líbano
Mentira encenada por algum anti semita! ou -É isso mesmo, são animais! ou -Não quero nem saber!  
6 - Glyn Secker - "Judeus pela justiça para os Palestinos"



7 - Omer Goldman - Filha de um ex chefe da Mossad



  8 -Isral Shahak Historiador Judeu israelense


9 - Mk Wilf - Judia e ex legisladora israelense 


10 - CARTA DE EINSTEIN AOS SIONISTAS


Existe a qualidade do cérebro e a qualidade da alma.
É muito bom ver exemplos (raros) da excelência dos dois.

11 -  Carta Aberta dos Judeus Sobreviventes do Holocausto

http://www.noticiasonline.eu/carta-aberta-dos-judeus-sobreviventes
-holocausto-aos-governos-de-israel-e-dos-estados-unidos/

12 - Amy Goodman Ex- ministra de Israel sobre os "dissidentes"



13 - Nurit Peled - Elhanan Professora de lingua e educação na Universidade Hebraica de Jerusalém
"Os palestinos nos livros escolares de Israel (Como se faz a desumanização de um povo)"



14 - Gerald Kaufman um judeu-britânico veterano membro do parlamento, compara a ofensiva israelense em Gaza aos nazistas que forçaram sua família a fugir da Polônia.





15 - Norman Finkelstein, com a autoridade psíquica e moral de um único (e valoroso) judeu remanescente de uma família que teve todos os seus ascendentes maternos e paternos exterminados no holocausto fala sobre o conflito EUA-Israel versus Palestinos



16 - Shlomo Sand - Professor de história na Universidade de Tel Aviv e autor do polêmico livro"A Invenção do Povo Judeu"



17- Leia também a resenha: "A Invenção da Terra de Israel" 

18 - Benjamin Freedman Judeu expõe o envolvimento dos sionistas nas 3 Guerras Mundiais


Veja o Clip - clique aqui 



Veja também (em inglês) o documentário: 



Veja o Clip - clique aqui




Palestina dos Palestinos - Filhos irmanados de Abraão em Paz e Respeito  antes da ocupação Sionista
 Esses foram os comentários recebidos pela primeira versão dessa postagem 


terça-feira, 25 de agosto de 2015

'Nós Hipotecamos o Futuro', Entrevista com o sociólogo Zygmunt Bauman


Amigos:


Sociólogo Zygmunt Bauman
Eis o vídeo seguido de alguns comentários: 




Veja aos 14:20 minutos do vídeo quando ele diz que imprimir mais dinheiro não seria alternativa por gerar inflação.

Essa entrevista foi em 2011 quando a grande “mágica” de dar créditos aos bancos à partir de nenhuma produção real, mas simplesmente apropriando-lhes valores digitais à partir do NADA, salvando-os constantemente da falência e assim aumentando exponencialmente o débito nacional e mundial, mas também aplicando mecanismos repressores da inflação, como os rendimentos negativos das aplicações, foi arquitetada pelos economistas americanos e implantada pelo Central Bank.

Essa gambiarra ultra tecnológica e sofisticada foi chamada de “QE” – “Quantitative Easing” que é algo tal como se faz  com aqueles doentes irrecuperáveis do CTI permitindo-lhes ir vivendo na medida em que  a cada nova parada cardíaca ministra-se-lhes a recuperação sofisticada que os aparelhos médicos  permitem e assim o doente volta a viver até a próxima parada e assim sucessivamente. Só que a cada novo reviver mais tempo fica usando o CTI levando assim mais celeremente sua família à falência
 
É por isso que os esperados estouros das bolhas considerados iminentes em 2011 se seguraram e a bolha conseguiu crescer exponencialmente até hoje (2015) sem estourar, mesmo que às custas da deterioração crescente, mas controlada, de todo o organismo social.

E é aí que, nessa contramão, entrou a muito bem sucedida política econômica de inclusão do governo brasileiro permitindo que até hoje, ao contrário da Europa e do próprio EUA, tivéssemos um crescimento e inclusão social.

Mas se o mundo se desestabilizar como uma fileira de dominós, o que é inevitável e parece já estar acontecendo, em algum momento breve o Brasil vai também sofrer como um componente dessa fileira, desse mercado mundial. 

Por  isso entendo perfeitamente a política de contenção do governo Dilma com o Levy e espero que o necessário rigor técnico com a nossa gerência da economia (vai doer!) seja social e politicamente dirigido pela visão política e social  de inclusão que vem norteando nosso governo nesses 15 anos.

Se entrasse um outro dirigente com uma política do tipo europeia, certamente esse não seria responsável pela crise econômica, mas passaria a gerenciar o Brasil como já se faz na Europa (veja a Grécia, a Espanha e Portugal) com grande marginalização, concentração de renda e exclusão.

Mais para o fim do vídeo ele fala no caos e confusão que gerou o interregno entre a morte do primeiro imperador romano Rômulo e sua sucessão e termina dizendo que estamos num desses interregnos e portanto nada se pode prever como solução.

Minha observação aqui é que esse nosso atual interregno vai muito além de simplesmente uma mudança local e específica de uma cultura em particular. 

Encerra todo um ciclo milenar de nossa civilização e se abre para...

No livro "Atualidade do Cristianismo Gnóstico" (Baixe-o a partir da coluna à direita do Blog) dizemos: 

“Estamos numa crise de limite de consciência. Nossa crise é uma crise de consciência! Tudo o mais são os sintomas dessa crise” 

Paulo Azambuja

sábado, 13 de junho de 2015

O JOIO E O TRIGO







Paulo Azambuja: Proponha!!! Viabilize!!! Faça o que É POSSÍVEL para avançar. Você não está mais num carro de som!!

AJF: Estou com ele. Essas MPs do ajuste fiscal foram a gota de água que faltava para a paciência dos trabalhadores. Ou bem que o governo Dilma honra os compromissos de campanha e o discurso petista ou se rende de vez às politicas neo-liberais da direita e aguenta as consequências. Não dá para conduzir em cima do muro, iludindo seu eleitorado para agradar os banqueiros.

Paulo Azambuja: É assim que você vê o contexto, a situação, as possibilidades reais de FAZER ou não Fazer as coisas de poder ou não poder fazer, de articular um modo de GOVERNAR conciliando os objetivos limitações?

Vamos propor o seguinte: Que a Dilma de ao Paulo Paim um Ministério de Soluções com ampla liberdade, mas de-lhe também um prazo para resolvê-las. Mas eu disse fazer realmente coisas acontecerem e não fazer discursos e queixas porque isso fica com o carro de som do sindicato. Trata-se de GOVERNAR. Que tal?

AJF: As soluções são simples, porém politicamente indigestas ao governo feito de coalizões espúrias com o que há de mais podre e elitista neste país e provavelmente de rabo preso com determinações vindas do exterior. Ao invés de arrochar o trabalhador, ataque as maiores fontes de renda, as grandes fortunas. Paralelamente busque investimentos no exterior (já que fez m... na administração anterior) para cobrir os rombos fiscais. Porém não no FMI. É sabido que atualmente existem outras fontes onde o Brasil pode recorrer. Paulo Pain é um politico e não um tecnocrata da economia. Ele vê a consequência do problema levantado por Dilma e está na sua função de reclamar contra essas medidas. As soluções o proprio governo já sabe. Só não quer aplicá-las por outros motivos.

Paulo Azambuja: Sim, como não pensei nisso antes! Vamos acabar amanhã com as coalizões, vamos decretar que o rabo deve ser solto, vamos decretar o imposto sobre as grandes fortunas, vamos cobrir os rombos fiscais com uma ampla reforma, vamos cobrar imediatamente todas as fraudes do fisco, vamos diminuir os deputados e os senadores e os vereadores e cortar profundamente as despesas da câmara e também cortar o salário dos juízes, vamos tirar o Gilmar Mendes do STF para acabar com o financiamento particular, vamos mudar o presidente da câmara.... Desse modo poderemos tirar o Levy porque vai sobrar um monte de grana e aí então a gente aumenta o salário mínimo saneia a caixa do INSS, acaba com o fator previdenciário e muito mais. 
Como você disse as soluções são simples, não é?

Bem, quer dizer vamos não, a Dilma é que tem que fazer isso, afinal ela não é a Presidenta? Mas como você disse que "ela não quer aplica-las", então só vai nos restar comprar uma panela e ficar batendo e pedindo o "impichi", não é?

E mais com esses "aliados" assim nem se precisaria de Globos e Vejas.

AJF: Os atuais aliados neo-liberais e salvadores da economia já estão encarregados de afundar com o pt e governo Dilma. Quanto às medidas propostas acima, se ela tivesse saco (que não tem literalmente falando) para tomar pelo menos algumas delas mais efetivas, já resolveria e muito sem arrochar o lado mais fraco da sociedade.... o trabalhador.

E essa historinha da governabilidade, que aliás eu defendia e muito em nome de uma frente mais popular e patriótica de "centro"-rsrs-esquerda, agora já não cola mais. Visto que a tal governabilidade está direcionada para o lado errado da sociedade brasileira, em favor da direita e contra os direitos dos trabalhadores. Lamento mas é inaceitável esse tipo de "peace" governamental onde a corda fica no pescoço do trabalhador. O Paulo Pain está absolutamente certo em bater o pé. Ou o PT retorna às suas origens anti neo-liberais e trabalhistas ou ele tem que cair fora desse barco furado mesmo.

Paulo Azambuja: Pois é, vamos acabar com essa "historinha de governabilidade" quem precisa disso?

Mas não bate o pé não, é muito silencioso. Bate panela.

AJF: Certo isso. Serve tudo. A Dilma está conseguindo o impossível... unir trabalhadores e coxinhas. Pode?

Paulo Azambuja: É verdade. A Dilma virou um símbolo, um mote, um catalizador do joio e do trigo mental.

E há joio e trigo em todos as categorias humanas.

Esse será o único e definitivo bipartidarismo da humanidade: de um lado o joio e de outro o trigo. Irreconciliáveis.

Clique aqui e assista a entrevista completa da Dilma no programa do Jô em 13/06/2015

Um abraço

Paulo Azambuja